UNIVOB – UNIÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE VOLUNTARIADOS DO BRASIL

Grupo Voluntário da Sociedade Civil Organizada – Associação de Fato

Formação profissional e atuação na gestão de abrigos temporários 

Defesa Civil somos todos nós!

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UMA VIDA A SERVIÇO DA VIDA

Memórias de um Bombeiro Militar — do serviço operacional ao voluntariado em Proteção e Defesa Civil

Existem histórias que não podem ser contadas apenas por uma fotografia.

É preciso conhecer o caminho percorrido, as unidades onde se serviu, os companheiros que fizeram parte da caminhada, as missões recebidas e, principalmente, as pessoas que estavam do outro lado de cada ocorrência esperando por socorro.

Hoje, ao olhar para uma fotografia publicada pela revista IstoÉ, na edição de 7 de julho de 2010, encontro uma parte importante da minha história.

Naquela imagem, apareço como 1º Sargento BM Wladimyr, integrante da equipe de Busca e Salvamento do 17º GBM – Copacabana, onde atuei como chefe de guarnição.

A reportagem, intitulada “Um campo minado no Rio de Janeiro”, retratava um período em que o Rio de Janeiro enfrentava uma série de ocorrências envolvendo explosões em galerias subterrâneas da rede elétrica.

A fotografia acabou se tornando um registro de uma época.

Mas, para mim, ela representa muito mais.

Representa anos de serviço, responsabilidade, risco, companheirismo e dedicação ao próximo.

QUANDO O PERIGO ESTAVA DEBAIXO DOS NOSSOS PÉS

Em 2010, o Rio de Janeiro viveu uma sequência de ocorrências envolvendo explosões de bueiros.

O acidente de maior repercussão ocorreu em 29 de junho de 2010, em Copacabana, na esquina da Rua República do Peru com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, quando uma explosão atingiu dois turistas norte-americanos.

Sarah Nicole Lowry sofreu queimaduras em cerca de 80% do corpo e David James McLaughlin também ficou gravemente ferido.

O episódio ganhou repercussão nacional e internacional e despertou uma grande preocupação com a segurança das galerias subterrâneas da cidade.

Nas semanas seguintes, novas ocorrências foram registradas em diferentes bairros do Rio, entre eles Ipanema, Laranjeiras e Copacabana.

A imprensa acompanhava os acontecimentos.

As autoridades buscavam respostas.

A população estava apreensiva.

E nós, bombeiros, tínhamos uma missão muito mais imediata:

chegar ao local e proteger vidas.

Era preciso avaliar o cenário, estabelecer segurança, procurar vítimas, controlar os riscos e atuar dentro das condições que cada ocorrência apresentava.

Para o cidadão, era uma explosão de bueiro.

Para o bombeiro, era uma ocorrência que precisava ser enfrentada.

UMA TRAJETÓRIA POR DIVERSAS ORGANIZAÇÕES DO CBMERJ E DA SEDEC

Minha história profissional, entretanto, não ficou restrita ao 17º GBM.

Ao longo da carreira, tive a oportunidade e a responsabilidade de servir em diversas Organizações de Bombeiro Militar – OBMs do CBMERJ e também em estruturas da SEDEC, em diferentes períodos da minha vida profissional.

Essas movimentações ocorreram, em diversas situações, por necessidade do serviço, de acordo com as demandas institucionais e operacionais existentes em cada época.

Em determinados momentos da carreira, também tive a honra e a responsabilidade de ser chamado para desempenhar missões por determinação ou solicitação dos escalões superiores da Corporação, inclusive a pedido do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro e de Secretários de Estado de Defesa Civil do Rio de Janeiro de épocas passadas.

Foram mudanças que exigiram adaptação.

Novos quartéis.

Novas equipes.

Novos comandantes.

Novas missões.

Novas responsabilidades.

Mas havia algo que permanecia exatamente igual:

o compromisso de servir.

Cada Organização de Bombeiro Militar por onde passei deixou uma experiência.

Cada comandante ensinou alguma coisa.

Cada companheiro acrescentou algo à minha trajetória.

E cada ocorrência trouxe uma lição que não estava escrita nos manuais.

DO 17º GBM À BUSCA E SALVAMENTO

No 17º GBM – Copacabana, vivi momentos particularmente importantes da minha carreira.

Como integrante da Busca e Salvamento, exerci a função de chefe de guarnição, participando de ocorrências que exigiam preparo técnico, controle emocional, disciplina operacional e capacidade de decisão.

A ocorrência registrada pela IstoÉ é apenas uma das lembranças daquela época.

A fotografia mostra o bombeiro.

Mas não mostra tudo o que existia por trás daquele uniforme.

Não mostra as horas de serviço.

Não mostra as noites sem dormir.

Não mostra o rádio chamando.

Não mostra o deslocamento até a ocorrência.

Não mostra a preocupação com os companheiros.

Não mostra a responsabilidade de comandar uma equipe.

E não mostra o momento em que, diante de uma situação de perigo, é necessário simplesmente fazer aquilo para o qual fomos preparados:

ir ao encontro de quem precisa de ajuda.

A ALA 3 TAMBÉM FAZ PARTE DESSA HISTÓRIA

Outro capítulo importante da minha trajetória foi a atuação na Ala 3.

Ali também vivi experiências que contribuíram para minha formação profissional e pessoal.

Quando olho para trás, percebo que minha carreira foi construída por muitos lugares e muitas missões.

Não foi uma trajetória de uma única unidade.

Foi uma trajetória feita de diversas OBMs, diferentes funções, diferentes responsabilidades e diferentes momentos do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro.

E foi justamente essa diversidade de experiências que me permitiu conhecer diferentes realidades e compreender que o serviço de emergência não se limita a uma determinada ocorrência ou a um determinado quartel.

Onde existe uma pessoa precisando de ajuda, existe uma missão.

A RESERVA NÃO REPRESENTOU O FIM DA MISSÃO

Com o passar dos anos, chegou o momento da passagem para a reserva.

Hoje, sou Tenente BM RR da SEDEC/CBMERJ.

Mas a passagem para a reserva não apagou aquilo que aprendi durante a vida militar.

Pelo contrário.

A experiência acumulada durante anos de serviço passou a ter um novo significado.

Se antes eu estava inserido diretamente na estrutura operacional da Corporação, hoje posso utilizar aquilo que aprendi para continuar contribuindo de outra maneira.

Foi nesse espírito que passei a atuar também como Bombeiro Voluntário de Proteção e Defesa Civil.

BOMBEIRO VOLUNTÁRIO DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL

Minha caminhada chegou a uma nova etapa com a participação no que considero um marco importante: o 1º Curso do Brasil na modalidade de Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil, conforme minha experiência e formação nessa área.

Essa nova atividade representa a continuidade de um princípio que sempre esteve presente na minha vida:

preparar pessoas, ajudar comunidades, prevenir riscos e proteger vidas.

A Defesa Civil possui uma missão que vai muito além da resposta depois que o desastre acontece.

Ela envolve prevenção, preparação, resposta e recuperação, buscando reduzir riscos e proteger a população.

E o voluntariado amplia essa capacidade.

Hoje, minha atuação voluntária representa justamente essa vontade de continuar contribuindo.

Não existe mais a obrigação funcional de uma escala militar.

Existe algo diferente:

a vontade de servir.

DEPOIS DE TANTOS ANOS, A ESSÊNCIA CONTINUA A MESMA

Quando olho para aquela fotografia da IstoÉ, lembro do jovem 1º Sgt BM Wladimyr que estava diante daquela ocorrência.

Hoje, vejo o Tenente BM RR da SEDEC/CBMERJ que percorreu diversos caminhos dentro do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil.

Vejo as unidades onde servi.

Vejo meus comandantes.

Vejo meus companheiros.

Vejo as equipes.

Vejo a Ala 3.

Vejo o 17º GBM.

Vejo a Busca e Salvamento.

Vejo as ocorrências.

Vejo os momentos difíceis.

E vejo também todas as pessoas que, de alguma maneira, fizeram parte dessa caminhada.

Foram anos em que muitas vezes precisei sair de uma unidade e assumir outra missão por necessidade do serviço.

Em outras oportunidades, fui chamado para novas responsabilidades em razão da confiança depositada no meu trabalho pelos superiores hierárquicos, inclusive em missões solicitadas pelo Comando-Geral do CBMERJ e por Secretários de Estado de Defesa Civil de diferentes períodos.

Recebi essas missões como aquilo que sempre foram para mim:

responsabilidades a serem cumpridas.

UMA VIDA, MUITOS QUARTÉIS, UMA ÚNICA MISSÃO

Minha história pode ter passado por muitas Organizações de Bombeiro Militar.

Pode ter passado por diferentes funções.

Pode ter passado por diferentes comandos.

Pode ter passado por diferentes fases da Defesa Civil.

Mas, olhando para tudo hoje, percebo que existe um fio condutor em toda essa trajetória:

servir e proteger.

O local pode mudar.

A função pode mudar.

A graduação pode mudar.

A situação pode mudar.

Mas a essência permanece.

E talvez seja essa a maior lição que uma carreira no Corpo de Bombeiros pode deixar:

o serviço termina, mas o espírito de solidariedade permanece.

HOJE, VOLUNTÁRIO. AMANHÃ, SEMPRE PRONTO PARA AJUDAR.

Hoje, como Tenente BM RR da SEDEC/CBMERJ, continuo colocando minha experiência à disposição da sociedade por meio do voluntariado em Proteção e Defesa Civil.

Depois de tantos anos dentro de quartéis, viaturas, guarnições e ocorrências, aprendi que existem muitas formas de salvar.

Salvar pode ser retirar alguém de uma situação de perigo.

Pode ser prestar um atendimento.

Pode ser orientar uma família.

Pode ser prevenir um acidente.

Pode ser preparar uma comunidade.

Pode ser chegar antes que o problema aconteça.

Pode ser simplesmente estender a mão para alguém que está passando por uma situação difícil.

É por isso que continuo.

Porque o bombeiro que fui durante tantos anos ainda existe dentro de mim.

Apenas mudou a forma de servir.

UMA FOTOGRAFIA. UMA CARREIRA. UMA VIDA.

A página 27 da revista IstoÉ registrou um momento.

Hoje, tantos anos depois, essa fotografia ganhou outro significado.

Ela não representa apenas uma ocorrência envolvendo explosões de bueiros.

Ela representa uma parte de uma carreira.

Uma carreira que passou por diversas OBMs do CBMERJ e estruturas da SEDEC, pela Ala 3, pelo 17º GBM, pela Busca e Salvamento, por missões determinadas pelas necessidades do serviço e por responsabilidades assumidas a pedido dos comandos superiores da Corporação e da Defesa Civil.

E que hoje continua através do voluntariado em Proteção e Defesa Civil.

Do serviço militar ao voluntariado.
Da emergência à prevenção.
Do 1º Sargento ao Tenente BM RR.
Dos quartéis à comunidade.
De ontem para hoje, a mesma missão: ajudar e proteger vidas.

**Porque a farda pode ser retirada.

A graduação pode mudar.

O serviço ativo pode terminar.

Mas ser bombeiro é algo que permanece para toda a vida.**

Tenente BM RR Wladimyr
CBMERJ / SEDEC
Busca e Salvamento – 17º GBM
Ala 3
Bombeiro Voluntário de Proteção e Defesa Civil




DOCUMENTOS E NOTÍCIAS QUE REGISTRAM AQUELE PERÍODO

A memória daquele período não está apenas nas fotografias pessoais. Há registros jornalísticos e oficiais que ajudam a reconstruir o contexto:

  • A IstoÉ, na edição de 7 de julho de 2010, publicou a matéria “Um campo minado no Rio de Janeiro”, que você preservou na página 27 apresentada nas fotografias.
  • A Folha de S.Paulo registrou o acidente de 29 de junho e as explosões posteriores em Ipanema e Laranjeiras. F
  • Folha de S.Paulo
  • +1
  • O UOL Notícias registrou que, em agosto de 2010, já haviam ocorrido diversos episódios envolvendo bueiros no Rio, incluindo os casos de Copacabana, Ipanema e Laranjeiras. N
  • Notícias UOL
  • A Agenersa, em seus registros oficiais de 2010 e 2011, documentou ocorrências relacionadas a explosões de bueiros da Light, inclusive em Laranjeiras, Ipanema e Copacabana. G
  • Governo do Rio de Janeiro
  • +1

Esse conjunto de documentos ajuda a preservar não apenas a história das explosões, mas também a memória dos profissionais que estiveram nas ruas quando aquelas ocorrências aconteceram.

“Algumas fotografias registram um momento. Outras registram uma vida inteira.”

UMA VIDA A SERVIÇO DA VIDA


Vida Alheia e Riquezas Salvar!


Defesa Civil Somos Todos Nós!



Curso de Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil (BVPDC) — Formação Pioneira no Brasil

Contexto da Pesquisa

A presente investigação foi conduzida por meio de fontes abertas, redes sociais, sites institucionais, portais de notícias e também com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial. O objetivo foi verificar a existência e a originalidade de uma formação específica: o 1º Curso de Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil (BVPDC) do Brasil.


Método de Pesquisa

Foram consultadas múltiplas fontes para cruzamento e validação das informações:


Fontes oficiais: sites de Defesas Civis estaduais e municipais, Corpos de Bombeiros Militares, EaD Gov (Escola Virtual de Governo), ABVESC, Udesc, CBMSC, CBMERJ, CBMPR e demais instituições;

Redes sociais: Instagram, Facebook e grupos de voluntariado;

Portais de notícias: veículos regionais e nacionais;

Inteligência Artificial: consultas a múltiplos modelos de IA para verificação cruzada de registros históricos e de editais;

Sites de entidades da sociedade civil: UNIVOB, AMACOPA, MECSMDC e outras associações de voluntariado.

Resultado da Pesquisa

Após ampla varredura em todas essas fontes, não foi encontrado registro de outro curso no território nacional com a modalidade denominada "Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil (BVPDC)" — uma formação que combina, em um único programa, as atribuições do bombeiro voluntário (resgate, salvamento, combate a incêndio e primeiros socorros) com a atuação do agente de proteção e defesa civil (prevenção, preparação, resposta e recuperação diante de desastres).


O que se observa comumente no Brasil são formações separadas:


Formação tradicionalFocoCurso de Bombeiro VoluntárioResgate, combate a incêndio, APHCurso de Voluntário de Defesa CivilGestão de riscos, abrigos, logística humanitáriaCurso de Bombeiro ComunitárioPrevenção comunitária e apoio ao CBM


Nenhuma delas, porém, reúne com nomenclatura e identidade própria a modalidade Bombeiro Voluntário de Proteção e Defesa Civil (BVPDC).


A Iniciativa Pioneira

Diante desse panorama nacional, destaca-se como formação pioneira e inédita no país o curso promovido pela:


UNIVOB — União Nacional e Internacional de Voluntariados do Brasil

Entidade da sociedade civil organizada, constituída como associação de fato, a UNIVOB atua em articulação com a AMACOPA (Associação de Moradores e Amigos de Copacabana e Adjacências) e a MECSMDC (Ministerium Espiritual CWS Salvar de Missionário de Defesa Civil), formando a REDE UNIVOB — Operações Humanitárias e Resposta a Desastres.


Dentro dessa estrutura, o corpo de voluntários é composto por:


Brigadistas Resgatistas

Bombeiros Voluntários

Voluntários e Agentes Voluntários

Colaboradores Voluntários

A formação tem como foco principal a atuação humanitária em cenários de desastre, abrangendo:


Gestão de abrigos temporários e provisórios;

Atendimento assistencial à população atingida;

Busca e resgate animal;

Capelania e apoio psicossocial;

Ações de prevenção, preparação, resposta e recuperação;

Operações humanitárias itinerantes (Projeto Acolher).

Por que é considerada pioneira?

A modalidade BVPDC diferencia-se das demais formações do país por três aspectos fundamentais:


Nomenclatura própria e identidade única — Não existindo registro anterior de curso com essa denominação específica em território nacional;

Formação integrada — Combina, em um único programa, competências de bombeiro voluntário e de agente de proteção e defesa civil;

Foco em atuação humanitária — Prioriza a resposta assistencial e humanitária à população vitimada, indo além das atribuições operacionais tradicionais.

Considerações Finais

Com base na pesquisa realizada em fontes abertas, redes sociais, portais institucionais e consultas a inteligência artificial, verificou-se que não há registro anterior de curso no Brasil com a modalidade Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil (BVPDC), conferindo à iniciativa da UNIVOB a condição de formação pioneira no país.


A criação dessa modalidade representa um avanço significativo para o voluntariado brasileiro, ao unir a vocação do bombeiro voluntário à missão humanitária da proteção e defesa civil, fortalecendo a preparação de cidadãos comprometidos com a preservação da vida e a resiliência das comunidades diante de desastres.


Pesquisa realizada em fontes abertas e redes sociais, com verificação cruzada por ferramentas de inteligência artificial, em 2026.


Fontes consultadas: atividadehumanitariadefesacivil.com | Portais de Defesa Civil estaduais e municipais | EV.G | ABVESC | Udesc | CBMSC | CBMERJ | CBMPR

REFERÊNCIA:


APOSTILA COMPLETA – VERSÃO DIDÁTICA EXTREMAMENTE APROFUNDADA NA CAPACITAÇÃO NO CURSO DE BOMBEIRO VOLUNTÁRIO DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL - CBVPDC DA UNIVOB/MECSMDC/AMACOPA

PADRÃOIMOS NOSSO MANUAL DOUTRINÁRIO DO BOMBEIRO VOLUNTÁRIO DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL

BIBLIOGRAFIA (ou Bibliografia Temática)

União Nacional e Internacional de Voluntariados do Brasil – UNIVOB

Lema:

"Servir, Proteger e Humanizar."


UNIVOB – UNIÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE VOLUNTARIADOS DO BRASIL, grupo voluntário da sociedade civil organizada, constituído como Associação de Fato, que congrega o Ministerium Espiritual CWS Salvar de Missionário de Defesa Civil (MECSMDC) e a Associação de Moradores e Amigos de Copacabana (AMACOPA), entidade de natureza associativa voltada às Operações Humanitárias e à Resposta a Desastres, CERTIFICA que os Senhores CARLO WLADIMYR - Brigadista/Resgatista e FERNANDO SOUZA - Brigadista/Resgatista, ambos, da UNIVOB/MECSMDC/AMACOPA, únicos que concluiram com aproveitamento o 1º CURSO DE BOMBEIRO VOLUNTÁRIO DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL – CBVPDC, CURSO HOMOLOGADO PELA UNIVOB, COM CARGA HORÁRIA DE 370 HORAS/AULA, realizado no ano de 2026, conforme os requisitos e critérios estabelecidos pela entidade para a formação de voluntários de Proteção e Defesa Civil.



Projetos Bombeiros Voluntários e Bombeiros Voluntários Mirins: Compromisso e Participação  Social

Benefícios dos Projetos Bombeiros Voluntários e Mirins

A atuação dos Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil da UNIVOB, constituir atividade de natureza associativa e voluntária, encontra respaldo jurídico no artigo 5º, incisos XVII e XVIII, da Constituição da República Federativa do Brasil, que garante a liberdade de associação, bem como na Lei Federal nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, que disciplina o serviço voluntário no âmbito nacional.


A UNIÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE VOLUNTARIADOS DO BRASIL (UNIVOB) — que congrega o Ministerium Espiritual CWS Salvar de Missionário de Defesa Civil (MECSMDC) e a Associação de Moradores e Amigos de Copacabana (AMACOPA) — promove o 1º curso do Brasil na modalidade de Bombeiros Voluntários de Proteção e Defesa Civil - BVPDC, formação pioneira no país com foco em atuação humanitária em cenários de desastre. O voluntário estará capacitado para auxiliar em operações de socorro, abrigamento de desabrigados, assistência social emergencial e resgate de animais e entre outras atividades, em conformidade com a legislação brasileira.


IMPORTANTE: O voluntário de Proteção e Defesa Civil "NÃO"  atua em combate direto a incêndios estruturais, resgate técnico em altura ou em espaços confinados sem treinamento específico e supervisão. Sua atuação é complementar e de apoio humanitário.

At. te. Diretor e Coordenador de Ensino Ponto Focal - UNIVOB/MECSMDC/AMACOPA

Desenvolvimento de habilidades práticas e disciplina

Capacitação Técnica


Promoção da consciência e prevenção de riscos

Educação em Segurança


Fortalecimento do trabalho em equipe e liderança

Formação de Lideranças


Incentivo ao compromisso social e voluntariado

Engajamento Comunitário


Melhoria da autoestima e responsabilidade pessoal

Crescimento Pessoal

Os projetos da UNIVOB capacitam jovens para atuarem nas atividades de Proteção e Defesa Civil com segurança e responsabilidade, promovendo valores essenciais para a proteção da comunidade.

Galeria de Atividades dos Bombeiros Voluntários, Bombeiros Voluntários Mirins e Brigadistas Resgatistas

Momentos que refletem o impacto social e o compromisso com a formação

Vozes que inspiram transformação

Depoimentos de quem viveu a experiência

Participantes dos projetos Bombeiros Voluntários, Bombeiros Voluntários Mirim e Brigadistas Resgatistas compartilham aprendizados e mudanças pessoais que marcaram suas trajetórias.

FERNANDO SOUZA SANTOS – BRIGADISTA/RESGATISTA TAMBÉM EM APH - BRAPH e BOMBEIRO VOLUNTÁRIO DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL – CBVPDC - HOMOLOGADO 370 HORAS

Fernando Souza - Coordenador dos Projetos Bombeiro Voluntário Mirim e Coordenador do Núcleo de Busca e Resgate Animal

"A experiência de formação junto aos Bombeiros Mirins enquadra-se como atividade humanitária de proteção e defesa civil."

O projeto me ensinou disciplina e responsabilidade, além de mostrar a importância de ajudar a comunidade em momentos de crise.

Carlo Wladimyr - Diretor e Coordenador Geral da UNIVOB/MECSMDC/AMACOPA

"Brigadista Resgatista, ATIVIDADE HUMANITÁRIA DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL"

"Participar do brigadista resgatista ampliou minha visão sobre trabalho em equipe e a urgência de agir com calma e eficiência em situações de emergência."

Participe dos nossos projetos Bombeiros Voluntários, Bombeiros Voluntários Mirins e Brigadistas Resgatistas como voluntário ou apoiador. Contribua para a formação de jovens comprometidos com a segurança e o auxílio comunitário, fortalecendo ações que salvam vidas e promovem cidadania.

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